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Tranquility

Para quem já tem a planilha na cabeça

A sua planilha do mês, sem digitar nada.

Você manda a foto ou o PDF da fatura. A inteligência artificial lê e devolve os lançamentos prontos — e você confere linha a linha antes de qualquer coisa entrar.

Grátis no Google Play · Android 8 ou mais novo

A tabela do mês no Tranquility: entradas, saldo em contas e custos fixos, com as colunas planejado e realizado.
Setembro no Tranquility, no dia 12: o que já foi pago está riscado, e o saldo lá em cima responde a única pergunta que importa.

DE QUEM FEZ, PARA QUEM VAI USAR

Eu mantinha o orçamento da casa numa planilha há anos. O que cansava não era planejar — era alimentar: abrir a fatura, procurar cada compra, digitar linha por linha no fim do mês, e quase sempre deixar para depois.

Então fiz o aplicativo que eu queria ter. Você fotografa o documento, ele lê e monta os lançamentos; você só confere e aceita. A planilha continua sua, do mesmo jeito — ela só parou de cobrar a digitação.

quem fez o Tranquility

Dia 5 · O salário cai

Você planeja, a vida acontece.

A planilha tem duas colunas, e é só isso que você precisa entender: de um lado o que você previu, do outro o que aconteceu.

Setembro
A CONTA PLANEJADOvocê previu REALIZADOaconteceu
Salário6.800,006.800,00
Aluguel2.900,002.900,00
Condomínio780,00780,00
Internet e telefone129,90129,90
Cartão de crédito1.842,101.842,10
Energia214,80—
Cartão da casa623,45—
Supermercado1.180,00—
O MÊS FECHA?+ R$ 388,00
PLANEJADO

O que você combinou com o mês antes dele começar. É a régua, e ela fica parada — serve para comparar.

REALIZADO

O que a vida fez. Entra do lado do plano, nunca por cima dele: o que você previu continua lá, inteiro, para você ver a diferença.

No dia 12 você já riscou R$ 5.652,00. Falta pagar R$ 2.018,25 — e o app sabe exatamente quais três contas são.

TELA REAL
Tela do Tranquility: as contas já pagas aparecem riscadas e esmaecidas, com o valor planejado à esquerda e o realizado à direita, e o saldo do mês no topo.
No aplicativo é assim: um toque risca a conta que você pagou, o valor realizado entra do lado do planejado, e o saldo lá em cima responde na hora.

Dia 12 · A fatura chega

Você fotografa. Ela lê. Você decide.

Fatura do cartão, extrato do banco, comprovante de Pix, recibo do pedreiro. Foto, PDF ou texto colado — a inteligência artificial entende o que é aquele papel sem você precisar dizer.

FATURA DO CARTÃO · SETEMBRO · R$ 1.842,10

Linha da faturaValorO que a IA devolveu
SUPERMERCADO BOM PRECO312,40NOVOSupermercado
POSTO ROTA 101250,00NOVOTransporte
FARMACIA SAUDE 24H89,70NOVOSaúde
LOJA CASA & COZINHA 3/6190,00NOVOparcela 3 de 6
STREAMING PLUS55,90NOVOAssinaturas
RESTAURANTE DO PORTO144,10NOVOLazer
ESCOLA DE NATACAO800,00NOVOEducação

O QUE A LEITURA FEZ

  • Leu a fatura inteira.

    Sete compras, uma a uma, com valor e descrição — sem você digitar nada.

  • Bateu o total.

    R$ 1.842,10 na fatura, R$ 1.842,10 na soma das linhas. Quando não bate, o app avisa a diferença antes de você aceitar.

  • Reconheceu a parcela.

    "3/6" na descrição virou a parcela 3 de 6 da Loja Casa & Cozinha — e as três que faltam já entram nos meses certos, como previstas.

  • Encontrou o lugar de cada linha.

    O posto foi para Transporte, a farmácia para Saúde, a natação para Educação. Você troca o que quiser antes de salvar.

Nada disso entra sozinho: você confere as sete linhas e aceita — todas, algumas, ou nenhuma. E a partir do segundo mês, quando o app já tem com o que comparar, a conferência passa a marcar o que é novo, o que já estava lançado, o que mudou de valor e qual parcela ele estava esperando. Nada duplica, nada some, e o ↩ desfaz — até as operações que mexeram em várias linhas de uma vez.

Resultado da leitura por inteligência artificial no Tranquility: as compras da fatura listadas uma a uma, com valor e a conta da planilha já sugerida para cada uma.
A leitura devolve cada compra separada, com a conta certa já escolhida. Você troca o que quiser antes de salvar.
Tela de conferência do Tranquility: cada linha da fatura marcada como nova, com a categoria escolhida pela leitura, e o botão de aceitar só do que o usuário escolher.
Nada entra sozinho. Você aceita linha por linha, e o que você não aceitar simplesmente não acontece.

Dia 23 · O dia que aperta

O mês fecha no azul. E no dia 23?

Essas são duas perguntas diferentes, e a segunda é a que custa dinheiro. O saldo do fim do mês esconde a semana difícil: dá para fechar setembro sobrando e mesmo assim ter o cartão recusado no dia 23.

R$ 0,00 HOJE · DIA 12 R$ 1.606,25 na conta DIA 23 − R$ 412,00 12 15 18 28 31
Exemplo com dados de demonstração. O aplicativo mostra a conta e para — ele não diz o que você deve fazer.

Hoje é dia 12 e tem R$ 1.606,25 na conta. Ainda vencem a energia, o cartão da casa e o supermercado — R$ 2.018,25 — e o freela só cai no dia 28. Não é um mês ruim: é um mês mal distribuído. E dá para ver isso hoje, onze dias antes.

Conta sem data não é chutada para um dia qualquer. Ela sai da curva e vai para uma lista, com o total. O app prefere dizer que não sabe a desenhar um gráfico bonito e errado.

Toque na planilha lá em cima

Tela de fluxo de caixa do Tranquility: o aviso de que o saldo fica negativo no dia 23, a curva do saldo dia a dia e a lista do que acontece em cada dia.
É assim no aplicativo.

Dia 31 · O mês fecha

Fechou.

Setembro fecha em R$ 388,00. Você não digitou uma linha da fatura, não criou conta em lugar nenhum, e soube no dia 12 o que ia acontecer no dia 23.

Tranquility

o pouso seguro depois de uma viagem difícil

O ano inteiro · Orçamento anual

Doze meses viram um ano. E o ano volta para os meses.

Se você nunca fez um orçamento do ano, o Tranquility faz por você: ele pergunta "De onde vem?" e monta o ano inteiro a partir do que já é seu — os custos fixos do último mês, ou a média de todos os meses que você já viveu no app, com a opção de aplicar a inflação projetada.

No caminho contrário, dentro de qualquer mês existe o botão "Trazer do orçamento": ele traz para aquele mês as mesmas categorias e os mesmos itens que você combinou para o ano, e só acrescenta — não apaga nem substitui nada do que já estava lá.

E os dois ficam se olhando: o orçamento do ano aparece dentro do mês, ao lado do que você já gastou, para você não precisar abrir duas telas para comparar.

DO MÊS PARA O ANO

O que você viveu durante o ano vira a proposta do próximo — para quem nunca fez um orçamento anual, e para quem nunca soube por onde começar.

De onde vem?
DO ANO PARA O MÊS

O que você combinou para o ano desce para cada planilha mensal, e vira a régua do dia a dia.

Trazer do orçamento
Tela do orçamento anual no Tranquility: o que entra e o que sai no ano, de onde vem e para onde vai, e a faixa mês a mês.

Arquivo · Os seus comprovantes

Anos depois, a nota da garantia ainda está lá.

Cada comprovante que você manda fica guardado no aparelho, cifrado, organizado por ano e por mês. Um toque na despesa abre o papel dela. A nota da geladeira, o recibo do pedreiro, o comprovante do imposto — tudo no mesmo lugar, sem você ter criado pasta nenhuma.

E SAI INTEIRO QUANDO VOCÊ QUISER

Em Configurações você escolhe uma pasta — do celular, do Google Drive, de onde preferir — e liga a exportação automática, na abertura do app: manual, diária, semanal ou mensal. As planilhas saem em CSV e os comprovantes em arquivo comum, sem cifra e sem depender de nós.

  • Comprovantes
    • 2026
      • 09
        • fatura-cartao.pdf
        • mercado-23-09.jpg
        • recibo-pedreiro.jpg
      • 08
    • 2025

Você não fica preso ao aplicativo com os seus próprios dados.

Projetos

A reforma tem conta própria, sem bagunçar o mês.

A obra, o carro, a empresa. O gasto entra no mês e no custo do projeto ao mesmo tempo — ou só no projeto, se ele não saiu do seu bolso neste mês. No fim, o projeto mostra quanto já foi, por frente de gasto, com os comprovantes amarrados em cada linha.

E quando o projeto é dividido — com o cônjuge, com um sócio —, ele viaja num pacote cifrado que só abre com um código que vocês dois combinaram por fora. Cada um continua dono do que lançou: o outro lado vê tudo e não reescreve nada que não foi ele que criou.

Tela de um projeto no Tranquility — a reforma do apartamento — com o total gasto, a divisão por frente de gasto e a lista de despesas com comprovante.
O projeto virou a pasta: quanto custou, os comprovantes de cada gasto e os documentos que não têm valor mas você precisa achar.

Investimentos

Onde aportar, sem precisar vender nada.

A carteira por segmento, o objetivo em porcentagem que você mesmo definiu, e o painel que diz onde entra o aporte deste mês: sempre no que está mais atrás. Nada de vender para equilibrar, nada de palpite sobre o mercado — é a sua regra, calculada.

A posição também entra por foto ou PDF do extrato da corretora, como tudo aqui. A cotação do dia é opcional e vem desligada — se você ligar, só o código do ativo sai do aparelho, nunca a quantidade nem o valor.

Tela de investimentos do Tranquility com o patrimônio por segmento, o objetivo em porcentagem de cada um e o painel de onde aportar.
Segmentos, objetivos e a reserva antes de tudo. A tela informa e calcula — ela não recomenda.

Relatórios

Pergunte em português para os seus números.

Gráficos por grupo, por item e por período; os cinco maiores do mês; a linha dos seis meses atrás e dos seis à frente. E, quando o gráfico não responde, a pergunta direta: "quanto gastei com mercado?", "quanto ainda falta das parcelas?".

Para responder, as contas são feitas dentro do aparelho; o que sai são os valores e as descrições do período que você perguntou. O app diz isso na própria tela, antes de você mandar.

Tem também a radiografia do planejamento: de onde vem cada número do mês, quantas parcelas faltam de cada compra e até que mês elas vão, e quais assinaturas estão ativas. Quando um valor não bate, você acha sozinho o motivo.

Tela de relatórios do Tranquility com o gráfico de gastos por grupo do mês e a lista dos maiores itens.

A família

Cada um com a sua planilha. O painel soma sem misturar.

Você, o seu cônjuge, os filhos: cada pessoa tem os próprios grupos, os próprios lançamentos, os próprios cartões. "Família" é um painel que soma todo mundo quando você quer ver a casa inteira, e some quando você quer ver só a sua parte. O casal é o caso mais comum.

E tudo mais

O resto da casa.

Coisas que não cabem numa seção própria e que você vai usar do mesmo jeito.

  • Fluxo de caixa diário

    O saldo dia a dia até o fim do mês, com o dia em que ele encosta no chão em destaque.

  • Simulação de cenários

    Um mês à parte para testar a mudança de vida — outro aluguel, outro carro — sem tocar nos seus dados.

  • Calculadoras

    Financiamento, rendimento, reserva de emergência, conversão de taxas — com Selic, CDI e IPCA buscados no Banco Central.

  • A sua planilha antiga

    Mande o seu Excel ou CSV: o app monta os grupos, os itens e os valores a partir dele, e você confere item por item antes.

  • Desfazer

    As últimas 30 ações têm volta, inclusive as que mexeram em várias linhas de uma vez.

  • Backup cifrado

    Um arquivo protegido por uma senha que só você sabe, guardado na nuvem que você escolher. Sem a senha, ninguém abre.

  • Parcelas que sabem acabar

    Você lança uma vez; as parcelas se propagam pelos meses certos e param sozinhas na última.

  • Contas fixas e assinaturas

    O que se repete todo mês se repete sozinho, com valor editável. Quando uma assinatura some da fatura, o app pergunta se você cancelou.

Privacidade

O que sai do seu celular.

Duas coisas saem. Só duas — e só quando é você que manda.

NO APARELHO o documento quevocê manda paraa IA ler o backup cifrado,para a nuvem quevocê escolher A leitura da IA por conexão cifrada;passa e não fica A sua nuvem um arquivo que sóa sua senha abre O QUE NÃO SAI a sua planilha, os comprovantes, o histórico —gravados no aparelho, cifrados.
NO APARELHO O QUE NÃO SAI a sua planilha, os comprovantes,o histórico — gravados no aparelho, cifrados. o documento que você manda para a IA ler o backup cifrado, para a nuvem que você escolher A leitura da IA por conexão cifrada; passa e não fica A sua nuvem um arquivo que só a sua senha abre

Sem conta.

Sem login.

Sem servidor nosso com a sua vida dentro.

Você abre o aplicativo e começa. Não existe cadastro, não existe senha nossa para vazar, e não existe cópia da sua planilha do outro lado.

O banco de dados é cifrado com AES-256 no próprio aparelho, as chaves moram no cofre do Android, e a abertura pede a sua digital ou o PIN do celular. O documento que você envia vai por conexão cifrada até um serviço da Bald Labs — que existe só para guardar a chave da inteligência artificial fora do aplicativo — e de lá para a API da Anthropic, que lê e devolve. O conteúdo passa e não fica gravado. O app avisa isso antes do primeiro envio e pede o seu aceite.

Leia a política de privacidade completa

A regra da casa

O aplicativo avisa. Nunca mexe no que é seu.

Nada é apagado sozinho e nada entra sem você aceitar. Quando a fatura que chegou diverge do que você planejou, o Tranquility mostra a diferença e para ali — a decisão é sua.

É a diferença entre um aplicativo que trabalha para você e um aplicativo que mexe na sua vida enquanto você não está olhando.

Perguntas

O que costumam perguntar.

Meus documentos vão para algum servidor?

Não ficam em nenhum. Quando você pede uma leitura, o documento vai por conexão cifrada até a inteligência artificial, ela responde, e o resultado volta para o seu aparelho. Nada é guardado no caminho, e a sua planilha nunca sai do celular.

E se a leitura errar alguma coisa?

Você confere antes de aceitar, linha por linha. Nada entra sozinho no seu orçamento, e toda operação tem Desfazer — inclusive as que mexem em várias linhas de uma vez.

Sou obrigado a usar a foto?

Nunca. O lançamento à mão é o padrão do aplicativo e não tem limite. A leitura por foto existe para poupar o seu tempo, não para substituir você.

Preciso criar conta ou conectar o meu banco?

Nem uma coisa nem outra. Não existe cadastro, não existe login, e o app não se conecta ao seu banco. Os documentos são você que manda — a foto, o PDF, ou o texto copiado.

Dá para trazer a planilha que eu já mantenho?

Dá. Você envia o seu Excel ou CSV, o app monta os grupos, os itens e os valores a partir dele, e confere item por item junto com você — para o seu histórico não virar um monte de linha sem dono.

Dá para dividir com o meu cônjuge?

Dá, e é o caso mais comum. Cada pessoa tem a própria planilha e o painel "Família" soma todas sem misturar. Projetos como uma reforma podem ser divididos com o cônjuge ou com um sócio, num pacote cifrado que só vocês dois abrem.

Funciona no iPhone?

Ainda não. Hoje o Tranquility é Android, da versão 8 em diante. O iPhone é uma etapa própria e não tem data.

Se eu desistir, levo os meus dados comigo?

Leva. A exportação sai em CSV, mês a mês, com os comprovantes em arquivo comum, na pasta que você escolher — e apagar tudo é um botão dentro do app, não um pedido por e-mail.

Preço

O Tranquility é gratuito.

O aplicativo inteiro é seu à mão, sem limite: a planilha, os meses, os lançamentos, os relatórios, os projetos, os investimentos, o backup. Isso é o produto, e não tem teto.

O que tem limite é a leitura por inteligência artificial — a foto, o PDF, o print que viram lançamento sozinhos. Para quem lê muito, há dois planos:

Gratuito

R$ 0

5 leituras por IA por mês, 1 projeto em andamento e a planilha dividida com 1 pessoa.

Completo

R$ 19,99/mês

ou R$ 179,99 por ano

60 leituras por mês, projetos sem limite, dividir com quantas pessoas quiser e o programa para o computador (Windows).

Completo+

R$ 39,99/mês

ou R$ 359,99 por ano

Tudo do Completo, com 200 leituras por mês.

A assinatura é pelo Google Play: trocar de plano desconta o tempo que sobrou, e cancelar é na sua conta do Google.

A planilha você já tem.
Falta só parar de digitar.

Instale, planeje o mês, risque a primeira conta. Se não fizer sentido para você, apague — não sobra nada seu do nosso lado.

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